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Descarte de servidores e equipamentos de data center: 7 cuidados específicos que sua empresa precisa ter

Descarte de servidores e equipamentos de data center: 7 cuidados específicos que sua empresa precisa ter

Descarte de servidores e equipamentos de data center: 7 cuidados específicos que sua empresa precisa ter

Descarte de servidores, racks, switches de núcleo, storages e demais equipamentos de data center exigem cuidados de descarte que vão além do que se aplica a computadores convencionais. O volume de dados sensíveis armazenado é muito maior. Os equipamentos têm peso e dimensões que exigem logística específica. E o valor dos materiais recuperáveis é mais alto, o que muda a dinâmica comercial do processo.

Empresas que estão renovando infraestrutura de data center, migrando para nuvem ou descomissionando ambientes precisam entender os pontos específicos desse tipo de descarte.

Cuidado 1: planeje o descarte de serivdores e equipamentos com antecedência

Diferente do descarte de computadores corporativos, que pode ser feito em lotes pequenos ao longo do ano, o descomissionamento de data center costuma envolver volumes grandes em janelas específicas. Servidores, racks e cabeamento saem juntos em uma operação que precisa ser planejada com semanas de antecedência.

O planejamento deve incluir: cronograma de migração dos dados e sistemas para o novo ambiente, janelas de desligamento dos equipamentos antigos, logística de retirada física e destinação documentada.

Cuidado 2: garanta a destruição irreversível dos dados em servidores e storages

Servidores e storages armazenam volumes significativos de dados sensíveis: bases de clientes, registros financeiros, dados de colaboradores, informações estratégicas. A LGPD prevê obrigações de segurança e eliminação segura de dados pessoais, e formatar os discos não é suficiente para cumprir esse requisito. A destruição segura dos dados armazenados nos equipamentos é uma prática diretamente decorrente dessas obrigações. 

A destruição física é o método mais seguro para equipamentos de data center que serão descartados. Os HDs e SSDs são triturados em fragmentos que tornam impossível qualquer recuperação de dados, com processo documentado com laudo fotográfico, comprovando a destruição. 

Quando o equipamento vai ser revendido ou doado, a sanitização por software é uma alternativa que apaga os dados de forma irreversível mantendo o equipamento funcional.

Cuidado 3: avalie os equipamentos antes de definir o destino

Nem todo equipamento de data center que sai de operação chegou ao fim da vida útil técnica. Servidores podem ser realocados em ambientes menos exigentes, doados para instituições educacionais ou comercializados no mercado de ativos usados.

A compra e venda de equipamentos de data center usados é uma prática estabelecida no mercado e pode gerar retorno financeiro para a empresa, a depender do estado dos equipamentos. A avaliação técnica é o que define se faz mais sentido reutilizar ou processar via reciclagem.

Cuidado 4: considere o valor dos materiais recuperáveis

Servidores contêm quantidades significativas de cobre, alumínio, aço e placas de circuito impresso com componentes de alto valor. No processo de Manufatura Reversa, esses materiais são separados e destinados à indústria como matéria-prima.

Para volumes grandes de servidores, o valor dos materiais recuperáveis pode tornar a operação financeiramente atrativa para a empresa geradora, a depender do tipo e do volume do material. A avaliação prévia feita pela empresa de reciclagem é o que define as condições comerciais.

Cuidado 5: documente cada equipamento individualmente

Para auditorias de ESG, segurança da informação e conformidade tributária, o ideal é que cada equipamento de data center descartado tenha documentação individual, com número de série, número de patrimônio e laudo correspondente à sua destinação.

Esse nível de granularidade é especialmente importante para servidores e storages porque o controle de patrimônio dessas áreas costuma ser mais rigoroso, e auditorias podem solicitar a comprovação específica de equipamentos identificados.

Cuidado 6: garanta a documentação de logística reversa quando aplicável

Para empresas que têm obrigação de emitir MTR, o documento precisa ser emitido antes da coleta dos equipamentos. O CDF é gerado pelos sistemas SINIR, SIGOR ou sistema próprio integrado em alguns dias após a conclusão do processo.

Para empresas que não têm obrigação de emitir MTR, o laudo técnico emitido pela empresa de reciclagem serve como documento comprobatório da destinação correta em auditorias.

Cuidado 7: contrate parceiro com capacidade técnica para data center

Equipamentos de data center exigem que a empresa de reciclagem tenha experiência específica com esse tipo de material. Isso inclui:

Capacidade de coleta com equipe e equipamentos adequados para retirar racks e servidores de salas técnicas.

Licença de operação válida emitida pela CETESB ou pelo órgão ambiental competente.

Certificação R2V3, que verifica especificamente os processos de segurança da informação no descarte de equipamentos com dados sensíveis.

Capacidade de emitir documentação técnica detalhada por número de série, atendendo aos níveis de rastreabilidade exigidos pelo setor.

A BrasilReverso e o descarte de servidores e equipamentos de data center

A BrasilReverso atende empresas com infraestrutura de data center desde 2013, com processo de coleta nacional, destruição física de HDs e mídias em conformidade com a LGPD, Manufatura Reversa dos equipamentos e emissão de laudo técnico com rastreabilidade completa.

Para solicitar avaliação prévia: brasilreverso.com.br/fale-conosco

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